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NOVO CURTA DE MÁRIO PERTILE ESTÁ NO AR!

O novo curta de Mário Pertile (Colunista do site Cena de Cinema - http://www.cenadecinema.com.br/ - e um dos apresentadores do Second Papo de Cinema) é uma animação sobre vida e obra do Homem de Um Pixel Só.

Pixelman - O Homem de Um Pixel Só traz o Homem Pixel em um monólogo estilo StandUp Comedy no melhor clima da fase do cinema mudo. O Homem de Um Pixel Só é um Pixel Fracassado e mal compreendido, velho e solitário, que desabafa interagindo com o espectador em falas ora ácidas, ora ranzinzas, falando sobre o saudoso tempo em que pixels eram valorizados e os jogos eram mais criativos, contando sua história com muito bom humor.

O curta metragem está disponível no You Tube e pode ser conferido abaixo na íntegra:



FICHA TÉCNICA:
Roteiro e Direção:
Mário Pertile

Direção de Arte:
Hélder Silveira
Mário Pertile

Animação:
Mário Pertile

Produção:
www.estudiobuteko.com.br
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PAUSA NO SECOND PAPO DE CINEMA

Pessoal, por motivos técnicos e administrativos o Second Papo de Cinema está em um período de recesso para trazer mais novidades e inovações na ilha Brasil Sul.

Mas nossa equipe não parou de produzir, criticar e elogiar os clássicos e lançamentos da telona não! Continuamos a todo vapor com os conteúdos no Cena de Cinema (pra quem ainda não conhece o ponto de encontro dos cinéfilos há 6 anos no rádio e na rede, é só acessar
www.cenadecinema.com.br ) Corre lá e não perde as promoções e pré-estréias exclusivas!

O programa de rádio do Cena de Cinema vai ao ar todos os sábados das 12:00 as 13:00, na Rádio Ipanema FM (94.9), ou pra quem não é de Porto Alegre, pode ouvir pelo site
www.ipanema.com.br.

Fiquem ligados no Blog e no Cena de Cinema que assim que voltarmos as atividades na Ilha manteremos todos informados.

Aproveitando o ensejo, gostaria de comunicar que está no ar na capa do Cena a polêmica sobre o filme Cloverfield:Monstro, que dividiu as opiniões da equipe do site e a discussão foi parar no orkut. Confiram!

Abraço e Boa Pipoca!


Mário Pertile
Equipe do Cena de Cinema
www.cenadecinema.com.br
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Second Papo 14.12.2007 - ESPECIAL

Chegou a hora da verdade: MELHORES E PIORES DE 2007!

Nesta edição especial de final de ano Mário Pertile (MarioP Burns), aqui do Brasil, e João Pedro Fleck (SickBoy Fitzpatrick), direto de Portugal, discutem ao vivo na Ilha Brasil Sul sobre os melhores e piores lançamentos nas bilheterias brasileiras em 2007 e destacam suas listas (que podem ser conferidas a baixo). Muita crítica, discussão e descontração nesta retrospectiva cinematográfica multimídia. Participe! Leve seu avatar!

Sexta Feira (14/12/2007)
17:00h (horário de Brasília)
Ilha Brasil Sul (no centro de eventos)

No dia do próximo evento será postado o áudio do evento do dia 14/12.
O Evento do último dia 30/11 pode ser conferido no post a seguir.
Não deixe de comentar!

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O EVENTO DO DIA 16.11.2007 (ÁUDIO E TEXTO)




LISTA MELHORES E PIORES 2007 - MÁRIO PERTILE


- PIORES:

1 - Nossa Senhora do Caravaggio
Quando diretores e a equipe de produção falam mal dos críticos e reclamam do público, deveriam pensar duas vezes antes de fazer um filme. Ou não se preocupa com nada disso e faz um filme extremamente autoral, ou então acata as opiniões e faz algo comercial. Um filme de cunho religioso é estritamente comercial, ainda mais quando lançado na época em questão, estando assim sujeito a essas "intempéries". Comercial, pretensioso e apelativo.

2 - A Conquista da Honra
No conjunto da obra (junto com Cartas de Ywo-Jima) é um excelente filme de 2 partes, mas como um único produto deixa muito a desejar.

3 - A Estranha Perfeita
Bruce Willis e Hale Bery fazendo um jogo de gato e rato. Faltou química e criatividade.

4 - Déjà Vu
O roteiro é uma colcha de retalhos não de referências cinematográficas, mas de conceitos e pedaços de roteiros em um filme muito bem produzido, sendo assim, uma obra média. É inaceitável alguém se propor a falar de um fenômeno psíquico tão comum e ao mesmo tempo tão confuso e questionável, gerador de inúmeras teorias científicas, espirituais e religiosas e não levar em conta que é necessário muito mais aprofundamento do que simplesmente pegar argumentos de dois filmes de universos completamente diferentes (Efeito Borboleta e Minority Report) e inserir em um terceiro.

5- Dreamgirls
O excesso de expectativa gerou o desgosto responsável por este filme configurar na lista dos piores de 2007. Pretensioso e com referências da época utilizadas excessivamente, criando um clima artificial, o filme não passa de uma estrondosa tentativa de aproveitar o passado para ganhar um troco. A única façanha deste filme foi a revelação de Jennifer Hudson.

6 - Espíritos 2
Em 2006 Espíritos estava na lista dos melhores. A explicação para sua continuação estar na lista de piores de 2007 é simples: NÀO É UMA CONTINUAÇÃO. O filme original se chama Shutter, enquanto Espíritos 2 é Alone, simplesmente um outro filme do mesmo diretor de Espíritos. E mais um erro: no final do trailer a tag era "Alone, do mesmo diretor de Espíritos 2", que não existe. O filme em sí é razoável, mas está na lista pela falta de respeito com que as distribuidoras tratam os suspenses orientais.

7 - Licença para Casar
Umas das piores comédias de todos os tempos. Não faz rir, não tem personagens simpáticos e muito menos um argumento que apeteça.

8 - Luzes do Além
Um mosaico de referências em um bom argumento mal executado. Uma mistura de documentário espírita com filmes do Wes Craven.

9 - O Motoqueiro Fantasma
O Motoqueiro Fantasma é bom até a hora em que aparece o próprio. Inimigos sem graça, lutas idem, e efeitos produzidos nitidamente a toque de caixa, sob pena de parecer CG de playstation 1.

10 - A Grande Família
A idéia foi trazer o modismo utilizado em Efeito Borboleta e no recente Dé Javù, simplesmente matando a dinâmica necessária para um bom aproveitamento da sessão. A primeira vez tudo bem, o espectador pensa: "óh, que legal, vai começar de novo com um ponto de vista diferente". Na segunda vez "legal, agora vai engrenar”. Mas na terceira e na quarta, quem não saiu da sessão está dormindo, aguardando agoniado o desfecho previsível.

- MELHORES:

1 - Borat / Viagem a Darjeeling- Dois filmes que falam de viagem em busca de conhecimento, mas mais do que isso: ilustram o choque entre as culturas ocidental e oriental. Sasha Baron Coen interpreta seu personagem com a mesma maestria e criatividade de suas perguntas insanas e "inocentes". Ótimo roteiro, difícil de ser executado em virtude da realidade imbuída no filme e sem dúvida uma das obras mais engraçadas do cinema. Recebe o primeiro lugar pela ousadia, coragem e criatividade.
- A Viagem a Darjeeling é um filme sincero, redondo, que não precisa ser podado nem abastecido. Tem cada segundo de seu enredo planejado, assim como as ações dos personagens. Isso é nítido pelos jogos de câmera sincronizados e pela excelente direção de arte de cores pastéis mescladas com detalhes vibrantes. Juntando os atores certos com o roteiro certo e um excelente diretor (que faz uma brincadeira com Bill Murray que perde o trem no início do filme e nunca mais aparece ) A Viagem a Darjeeling é um filme que não deveria terminar nunca!

2 - Babel
- Iñarritu sempre nos brinda com obras críticas e bem escritas. Com Babel não é diferente. Porém agora Iñarritu consegue surpreender até seus próprios fãs, contando uma história da mesma forma que sempre contou mas aplicando suas edições de roteiro e linearidade picotada em âmbito global. Iñarritu sempre teve o dom de mostrar ao espectador os diversos graus de redes de relacionamentos e desta vez esta rede viaja o mundo todo.
Um soco no estômago, bem mais de leve, mais preparado e bem mais emocionante.

3 - Mais Estranho Que a Ficção
- Esta temporada pode ser classificada como a temporada dos atores que buscam novos horizontes. Will Farrel, conhecido por seus papéis pastelões beirando o idiota (mas nem por isso sem graça) encara este projeto ousado em que o personagem principal ouve a narração de sua própria vida enquanto busca a autora de sua história a fim de mudar o final. Intrigante, com uma trilha sonora simples mas de efeito e um casal com uma química que não se costuma ver hoje em dia na tela grande.

4 - À Procura da Felicidade
- O filme mais sentimental da temporada supreendeu, irritou, fez chorar e ganhou seu espaço. Will Smith interpretando um personagem real que passa por dificuldades junto com seu filho é convincente, ainda mais trabalhando em família. Injustiçado em premiações, Will se superou e dá um novo tom a sua carreira.

5 - Superbad - É Hoje
- Da mesma equipe de O Virgem de 40 Anos, Superbad é um retrato atual da adolescência norte americana. E só é setada como Norte Americana por envolver algumas leis que vigoram apenas lá em cima, pois a parte sentimental é universal e retrata o sentimento de amizade, perdas e ganhos desta fase mágica e cruel (mais cruel do que mágica. Aliás, nada mágica).

6 - Letra e Música
- Talvez uma das maiores atuações de Hugh Grant e curiosamente esta façanha é alcançada em um filme de comédia. Uma comédia romântica diferente, que oferece como bônus um ótimo dueto entre Grant e Drew Barrymore, recheios e mais recheios de referências sessenta-setentistas e para os ouvidos uma trilha sonora muito criativa (uma das melhores do ano).

7 - 300
- Uma demonstração da atual força da tecnologia e plasticidade do cinema. Um belo espetáculo de som e imagem para quem gosta de história, quadrinhos, dilacerações e Ballet.

8 - O Cheiro do Ralo
- Um exemplo de como se fazer muito com pouco. Com orçamento baixíssimo, Heitor Dhália adapta uma obra literária de forma fiel e ao mesmo tempo dando um novo olhar sobre o universo ótico da trama. Selton Mello em sua melhor forma.

9 - Filhos da Esperança
- Clima pós-apocaliptico. Inovações tecnológicas. Bebê digital perfeito. Correrias frenéticas e um toque de humor obscuro. Sem falar nas drogas do futuro como a Cannabis sabor morango. Precisa mais?

10 - Stardust - O Mistério da Estrela
- Uma fábula para gente grande. Com um grande elenco, Stardust consegue encantar e fazer rir até os de coração mais duro. Mal divulgado como sendo para criança, é um filme que reune todos os gêneros com histórias paralelas e atuações memoráveis como Robert De Niro fazendo uma espécie de Jack Sparrow das nuvens com uns 40 anos a mais. Vale a pipoca!



LISTA MELHORES E PIORES 2007 - JOÃO PEDRO FLECK

PIORES:

10 - A Hora do Rush 3
09 - Desbravadores
08 - A Estranha Perfeita
07 - Baixio das Bestas
06 - Não Por Acaso
05 - Jogos Mortais IV
04 - Espíritos 2
03 - Licença para Casar
02 - A Grande Família
01 - O Primo Basílio

Menções Honrosas (não por serem ruins, mas por decepcionarem como continuações de filmes interessantes): Harry Potter e A Ordem da Fênix;
Homem Aranha 3; Shrek Terceiro.

MELHORES:

11 - Borat
10 - Extermínio 2
09 - Mais estranho que a Ficção
08 - Tropa de Elite
07 - 007 - Cassino Royale
06 - Filhos da esperança
05 - O Homem Duplo
04 - Sunshine
03 - Lady Vingança
02 - Dreamgirls
01 - Bug

Menções Honrosas: Babel; O Hospedeiro; Ratatouille; O Cheiro do Ralo; Planeta Terror; A Leste de Bucareste; Hairspray; Letra e Musica
Um Bom Ano; Superbad; Stardust; Os Simpsons; O Sabor da Melancia; Deja Vu; Duro de Matar 4.0; Transformers; A Vida Secreta das Palavras, Maria Antonieta; Paris, Te Amo; Scoop; Diamante de Sangue

Menções Honrosas não-cinematográficas: Viagem a Darjeeling (ainda não pude ver, mas não poderia estar fora da lista), Alpha Dog, Reine sobre Mim e Hot Fuzz)

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Second Papo 30.11.2007



Mário Pertile (MárioP Burns) comenta as estréias da semana e Jp Fleck (SickBoy Fitzpatrick) fala das novidades do cinema direto de Portugal.
-===LOGO POSTAREMOS A GRAVAÇÃO DO EVENTO NA ÍNTEGRA===-

Nesta edição:



VIAGEM A DARJEELING


Sinopse
Francis (Owen Wilson), Peter (Adrien Brody) e Jack (Jason Schwartzman) são irmãos, mas não se falam há um ano. Eles, decidem realizar uma viagem de trem pela Índia, na intenção de acabar com a barreira existente entre eles e também para auto-conhecimento. Entretanto, devido a incidentes envolvendo a compra de analgésicos sem prescrição médica, o uso de xarope para tosse indiano e um spray de pimenta, a viagem logo muda de rumo e faz com que o trio fique perdido no meio do deserto, tendo apenas 11 malas, uma impressora e uma máquina plastificadora.

Crítica
Pra quem acompanhou a carreira de Wes Anderson nos excelentes "Os Excêntricos Tenenbaums" e "Vida Marinha de Steve Zissou" provavelmente não vai deixar de assistir "Viagem a Darjeeling". A diferença é que nos títulos anteriores Wes apresentou obras para um gosto específico de cinéfilo, com filmes um tanto quanto parados para a opinião do público em geral, sendo muito apreciados, mas por poucos, enquanto a nova obra (prima), apesar de seguir os mesmos moldes de dinâmica de seus antecessores, tende a agradar uma parcela mais generosa de espectadores. A sessão começa com um curta chamado "Hotel Chevalier", que mostra ao público uma idéia do estilo de câmera, direção de arte e narrativa do que vem a seguir (inclusive de roteiro, já que o curta é a respeito de um dos personagens principais). A câmera viaja pelo cenário, de um lado para o outro, sem cortes aparentes, uma ótima alternativa para filmar em ambientes apertados, como em um trem. Cores fortes porém bem empregadas, assim como uma trilha sonora muito coerente executada pelo personagem principal em um ipod com caixas de som portáteis. Todo este clima é na verdade uma preparação do público para que se acostume com algumas ousadias inseridas no filme.
Já na primeira cena Wes Anderson manda um recado. Bill Murray corre para pegar o trem que já partiu. Corre em câmera lenta em um esforço inútil. Enquadrado de perfil, enquanto corre cada vez mais já no final de suas forças, é ultrapassado por Adrien Brody, que também corre em direção ao trem em movimento. Assim que pega o trem, Brody olha para Bill Murray, ao longe, com uma expressão de conquista, como se dissesse "Tua hora chegou Bill, agora sou eu". É uma brincadeira do diretor dando uma justificativa de porquê não utilizar Bill Murray em um filme com todas as características da atual fase dele, por necessidade de um personagem mais jovem e mais em voga.
Viagem a Darjeeling é um dos melhores, senão o melhor lançamento de 2007, por conseguir manter uma linearidade de qualidade do início ao fim, constituindo um título redondo, completo e sem excessos. Quando a ação desenfreada parece que vai ter lugar na tela, o filme volta ao normal. A fotografia é excelente mostrando pontos não muito turísticos da Índia e enquadrando perfeitamente as cenas rodadas em um trem em movimento.
Por fim, o destaque vai para as atuações dos três atores principais, Brody, Owen Wilson e Jason Schwartzan, no limite entre a inocência e a canastrice, interpretando 3 irmãos que não se dão muito bem, se perdendo entre mentiras e intrigas.
Vale o ingresso no dia mais caro da semana! (Mário Pertile)

Ficha Técnica
Título Original: The Darjeeling Limited
Duração: 91 minutos
Distribuição: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Wes Anderson
Roteiro: Roman Coppola, Wes Anderson e Jason Schwartzman
Direção de Arte: Aradhana Seth e Adam Stockhausen

Elenco
Owen Wilson (Francis)
Adrien Brody (Peter)
Jason Schwartzman (Jack)
Amara Karan (Rita)
Camilla Rutherford (Alice)
Irfan Khan (Padre)
Bill Murray (Empresário)
Anjelica Huston (Patricia)
Trudy Matthys (Alemã no trem)
Natalie Portman
Roman Coppola




A LENDA DE BEOWULF


Sinopse
Ilha de Sjaelland, perto do local onde hoje fica a cidade de Roskilde, na Dinamarca. O demônio Grendel (Crispin Glover) ataca o castelo do rei Hrothgar (Anthony Hopkins) sempre que é realizada alguma comemoração, já que não suporta o barulho gerado. Em seus ataques Grendel sempre mata várias pessoas, apesar de poupar Hrothgar. Com a população em pânico, Hrothgar ordena que o salão onde as comemorações são realizadas seja fechado. Até que chega ao local Beowulf (Ray Winstone), um guerreiro que promete eliminar o monstro.

Crítica
Dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro, Uma Cilada para Roger Rabbit e Forrest Gump) e originalmente produzido para apreciação com óculos 3D, A Lenda de BeoWolf é mais um daqueles filmes que usa e abusa dos mais inovadores efeitos de computação gráfica, como captura de face e de movimento baseado em interpretações reais. Quem da vida aos avatares fílmicos desta vez são John Malcovich, Angelina Jolie, Antony Hopkins, entre outros.
A versão para ser assistida sem óculos não chega a ser um filme ruim, mas está longe de ser um excelente filme de animação. Nota-se nitidamente pelos ângulos de filmagem e cenas de ação que pelo menos 50% do título foi filmado especificamente para o óculos, o que consequentemente reduz pela metade a graça da produção ao se assistir sem. Fora este problema, apesar de terem sido capturados movimentos até dos olhos dos atores, esses parecem muitas vezes estar sem emoção enquanto falam ou brigam, ficando seus olhos incoerentes com a fala ou expressão. Essas falhas não tiram o mérito da qualidade gráfica extremamente detalhada, o que faz com que reconheçamos os atores em um primeiro momento. A atriz virtual mais esperada, Angelina Jolie, aparece pouco, com uma silhueta perfeita para os padrões de beleza Norte-Ocidental (peitão e pouca bunda), bem diferente do atual físico da atriz. Por incrível que pareça, o destaque mesmo vai para a produção sonora. Os gritos do monstro Gendel (muito bem desenvolvido por sinal), que tem os ouvidos muito sensíveis, são perturbadores de tão bem produzidos.
É uma boa evolução dos velho títulos de animação, com inúmeras inovações tecnológicas...pena que faltou o óculos. (Mário Pertile)

Ficha Técnica
Título Original: Beowulf
Duração: 113 minutos
Distribuição: Warner Bros. Pictures / Paramount Pictures
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: Neil Gaiman e Roger Avary, baseado no poema épico "Beowulf", de autor desconhecido
Música: Alan Silvestri
Direção de Arte: Greg Papalia
Efeitos Especiais: Gentle Giant Studios / W.M. Creations / Sony Pictures Imageworks

Elenco
Ray Winstone (Beowulf)
Robin Wright Penn (Rainha Wealthow)
Rik Young (Eofor)
Brendan Gleeson (Wiglaf)
Crispin Glover (Grendel)
Leslie Harter Zemeckis (Yrsa)
Anthony Hopkins (Rei Hrothgar)
Nick Jameson (Drehgbearn)
Angelina Jolie (Mãe de Grendel)
Tyler Steelman (Cain - jovem)
Dominic Keating (Cain - velho)
Alison Lohman (Ursula)
John Malkovich (Unferth)
Sebastian Roché (Wulfgar)
Charlotte Salt (Estrith)
Woody Schultz (Hengest)
Greg Ellis (Garmund)
Richard Burns (Guarda)
Sharisse Baker-Bernard (Hild)

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Second Papo 16.11.2007

No player abaixo você pode ouvir a gravação do Second Papo de Cinema do dia 16.11.2007.
O vídeo arquivo é dividido em 3 partes.
ATENÇÃO: Para selecionar a parte 2 e a parte 3, após clicar em "play" deixe o mouse sobre o player e clique nas setas das laterais ou sobre as miniaturas que surgem na base.
Logo após o player você confere as sinopses, fichas técnicas e críticas de todos os filmes citados no programa.
Próximo Second Papo de Cinema: 30.11.2007
Não esqueça de deixar seu comentário! :)
Boa Pipoca!






INDOMÁVEIS

Sinopse
Dan Evans (Christian Bale) é um jovem rancheiro, que foi escolhido pelo delegado Weather (Luce Rains) para escoltar Ben Wade (Russell Crowe), um perigoso líder de gangue. Wade precisa ser levado até o tribunal de Yuma, no Colorado. Ao chegar Evans é surpreendido com o bando de Wade, que deseja libertá-lo. É o início de uma grande batalha entre eles.

Crítica
Os fans de filmes clássicos da boa e velha nostalgia chamada western (dica: 800 balas, excelente filme espanhol que tira sarro da nostalgia do western), aquela de tiroteios impossíveis tipo "Adios Sabata", com Yul Brynner, podem se decepcionar um pouco com esta fita. Não que o filme seja ruim, pelo contrário, é uma ótima opção para o público em geral que gosta do clima faroeste mas não é muito especialista no assunto, só quer curtir algumas dezenas de minutos no escuro vendo um filme que trata de valores, superação, vingança e perseverança. Falta um pouco mais do clima velha guarda, provavelmente de propósito, para tornar o filme mais comercial.
O destaque realmente vai para o encontro entre Christian Bale (mocinho) e Russel Crowe (bandido, que desde "Um Bom Ano" parece estar com um semblante mais simpático tanto na tela quanto na vida real). Ambos trabalhando muito bem e incorporando os valentes cowboys e procurados dos gibis dos avôs da nossa época.
É um Bang Bang moderninho e tecnicamente bem feito. Faltou um pouco de saudosismo. (Mário Pertile)

Gostou da crítica? Odiou? E o filme? Comente!
Ficha Técnica
Título Original: 3:10 to Yuma
Duração: 117 minutos
Direção: James Mangold (jOHNNY E jUNE)
Roteiro: Halsted Welles, Michael Brandt e Derek Haas, baseado em estória de Elmore Leonard
Música: Marco Beltrami
Direção de Arte: Greg Berry


Elenco
Russell Crowe (Ben Wade)
Christian Bale (Dan Evans)
Logan Lerman (William Evans)
Dallas Roberts (Grayson Butterfield)
Ben Foster (Charlie Prince)
Peter Fonda (Byron McElroy)
Vinessa Shaw (Emmy Nelson)
Alan Tudyk (Doc Potter)
Luce Rains (Delegado Weathers)
Gretchen Mol (Alice Evans)
Lennie Loftin (Glen Hollander)
Rio Alexander (Campos)
Johnny Whitworth (Tommy Darden)
Shawn Howell (Jackson)
Pat Ricotti (Jorgensen)
Benjamin Petry (Mark Evans)
Forrest Fyre (Walter Boles)
Luke Wilson (Zeke)



PLANETA TERROR


Sinopse
O casal de médicos William (Josh Brolin) e Dakota Block (Marley Shelton) é surpreendido no hospital por uma multidão de homens e mulheres cheios de feridas e mutilações, que vagam com um suspeito olhar perdido. Entre eles está Cherry (Rose McGowan), uma dançarina de boate cuja perna foi arrancada num ataque noturno. Com uma metralhadora no lugar da perna decepada, ela vai liderar, acompanhada por El Wray (Freddy Rodríguez), um exército de inválidos assassinos.
Crítica
Antes de mais nada vale ressaltar que Planeta Terror é apenas parte de um projeto dos grande amigos Quentin Tarantino (Kill Bill) e Robert Rodriguez (Sin City). Resumindo, já com bastante dinheiro no bolso, os comparsas resolveram fazer dois filmes estilo cinema trash 70/80, inserindo trailers fictícios entre eles, exibindo-os em uma sessão única chamada GrindHouse (apelido dado a filmes do gênero). Recebemos a obra aos pedaços, mas não faz mal. Com a película extremamente suja, picotada e faltando rolos, tudo isso obviamente por gosto, Planeta Terror é uma obra prima, sem tirar nem pôr. Percebe-se a diversão do diretor ao criar espécies de zumbis com bolhas que vão nascendo deliberadamente pelo seu corpo até estourarem e contaminarem outros mortais. Nota-se também o sadismo saudável (daquele humor obscuro que faz rir) quando uma personagem cai e fica com a mão pendurada na maçaneta do carro antigo (talvez uma das cenas mais dolorosas do filme) ou quando a bela go-go-girl! tem a perna amputada e logo substituida por uma perna de mesa e posteriormente por uma metralhadora. O filme é pura diversão bizarra para quem curte o gênero trash. Os amigos diretores resolveram levar a sério e em vez de utilizar citações de clássicos em seus filmes, partiram para algo mais agressivo: fazer um filme IGUAL aos seus preferidos. E deu muito certo! A fita ainda tem a participação do sempre canastrão Bruce Willis e de Naveen Andrews (o iraquiano Sayd Jahra de LOST). (Mário Pertile).
Gostou da crítica? Odiou? E o filme? Comente!

Ficha Técnica
Título Original: Planet Terror
Tempo de Duração: 97 minutos
Direção: Robert Rodriguez
Roteiro: Robert Rodriguez
Fotografia: Robert Rodriguez


Elenco

Freddy Rodríguez (El Wray)
Rose McGowan (Cherry Darling)
Marley Shelton (Dra. Dakota Block)
Josh Brolin (Dr. William Block)
Michael Biehn (Xerife Hague)
Naveen Andrews (Abby)
Michael Parks (Earl McGraw)
Jerili Romeo (Ramona McGraw)
Tom Savini (Deputado Tolo)
Rebel Rodriguez (Tony Block)
Carlos Gallardo (Deputado Carlos)
Stacy Ferguson (Tammy)
Felix Sabates (Dr. Felix)
Hung Nguyen (Dr. Crane)
Julio Oscar Mechoso (Romey)
Jeff Fahey (J.T. Hague)
Bruce Willis (Tenente Muldoon)
James Parks (Edgar McCraw)
Robert Rodriguez
Quentin Tarantino




O ALBERGUE - Parte 2


Sinopse
Beth (Lauren German), Lorna (Heather Matarazzo) e Whitney (Bijou Phillips) são jovens americanas em viagem a Roma. Ao fazer um passeio de final de semana elas são atraídas por uma bela modelo, que conhecem no caminho para uma região remota da Eslováquia. A modelo lhes oferece que conheçam um spa exótico, onde poderiam relaxar, rejuvenescer e se divertir. Elas aceitam o convite, sem imaginar que serão vítimas de um leilão em que participam pessoas ricas e doentes de diversos países.

Crítica
O que a parte um da franquia tem de sangria desatada gratuita e sem sentido, a parte dois tem de interessante. E não é só porque agora é a vez das meninhas patricinhas de passar pelas mãos dos sádicos e impiedosos milionários da gangue da tatoo do cachorrão não. É por mostrar toda a história da crueldade sob a ótica dos torturadores. E mais, mostrar como funciona a rede que sequestra pessoas inocentes em países bizarros. Com muito exagero, óbvio. A introdução do filme já instiga. O sobrevivente do primeiro filme está se recuperando no hospital e é atacado por agentes que querem silenciar o caso e também portam a tatuagem maldita. Entra o título e começa o filme. Daí até o derramamento de glóbulos vermelhos há uma lacuna muito bem escrita, diferentemente do seu antecessor, que logo descamba para um American Pie sanguinolento. As dúvidas e tormentos de dois torturadores são postas em cheque e revelam o motivo da ânsia: Insegurança, que leva a necessidade de provar algo a si mesmo. Mais maduro, interessante e sem dúvida mais sexy que o primeiro. Seguindo neste ritmo, O Albergue - Parte Cinco será o número da perfeição. (Mário Pertile)

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Ficha Técnica

Título Original: Hostel: Part II
Tempo de Duração: 93 minutos
Direção: Eli Roth
Roteiro: Eli Roth, baseado nos personagens criados por Eli Roth
Direção de Arte: David Baxa e Daniel Newton

Elenco
Lauren German (Beth)
Roger Bart (Stuart)
Heather Matarazzo (Lorna)
Bijou Phillips (Whitney)
Richard Burgi (Todd)
Vera Jordanova (Axelle)
Jay Hernandez (Paxton)
Jordan Ladd (Stephanie)
Stanislav Ianevski (Miroslav)
Zuzana Geislerová (Inya)
Milan Knazko (Sasha)
Monika Malacova (Sra. Bathory)
Davide Dominici (Riccardo)
Petr Vancura (Pavel)
Roman Janecka (Roman)
Edwige Fenech (Professora)
Ruggero Deodato (Canibal)


EU SEI QUEM ME MATOU


Sinopse
Uma idílica cidade pequena é balançada quando Aubrey Fleming (Lindsay Lohan), uma jovem brilhante e promissora estudante é sequestrada e torturada por um sádico serial killer. Quando consegue escapar, a jovem traumatizada que recupera sua concienda no hospital insiste que não é quem pensam que é - e que a real Aubrey está ainda em um perigo mortal.

Crítica
Muita coisa aproveitável mas, infelizmente, mal escrita neste thriller de suspense com a mais nova riot da américa, Lindsay Lohan. Ela está excelente e fazendo um papel ao avesso do que fez em Herbbie: Uma libidinosa dançarina de boate arrasando em um inferninho americano. Sua personagem é capturada por um serial killer e tem seus membros amputados. Até aí tudo bem, ótimos efeitos, um roteiro até então original e a atuação mais uma vez exemplar de Lohan, agora sem uma perna e sem um braço. O problema é que da metade pro final o filme tem a pretenção de apresentar uma edição picotada muito mal organizada. O desfecho então nem se fala. O que tinha tudo para ser um ótimo suspense cult se torna uma miscelânia de colagens mal editadas.
Outro ponto fraco é a insistência de demonstrar sempre algum detalhe azul na tela. SEMPRE. Brincadeiras com o público sempre são bem vindas, mas não é preciso chegar ao ponto de poluir a visão com lentes azuis sempre que possível sem nenhum sentido aparente.
Lohan: 10. Resto: meia boca. (Mário Pertile)

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Direção: Chris Sivertson

Elenco
Lindsay Lohan (Aubrey Fleming)
Julia Ormond (Susan Fleming)
Neal McDonough (Daniel Fleming)
Brian Geraghty (Jerrod Pointer)




O PREÇO DA CORAGEM


Sinopse
23 de janeiro de 2003. Daniel Pearl (Dan Futterman), chefe da sucursal do Wall Street Journal no sudeste asiático, está trabalhando numa matéria sobre um homem-bomba chamado Richard Reid. Sua pesquisa o levou a Karashi, onde um intermediário lhe prometeu uma boa fonte. Quando Daniel saiu para a entrevista avisou Mariane (Angelina Jolie), sua esposa, de que talvez voltasse tarde. Porém ele jamais retornou. Grávida de 6 meses, Mariane decidiu escrever um livro para apresentar a seu filho quem era seu pai, que ele não conheceria.


Crítica
Eis um exemplo de um filme bem escrito e bem dirigido. Angelina Jolie, fisicamente irreconhecível pela magreza, interpreta a esposa de um jornalista de guerra que vai para o afeganistão entrevistar um homem-bomba. O filme mostra o desespero Mariane (Jolie) e da polícia enquanto os dias passam e o seu marido não volta. É sempre bom assistir um filme político com uma história paralela, ainda mais se esta é uma adaptação da realidade. O Preço da Coragem é baseado no livro escrito por Mariane para apresentar ao seu filho, que estava para nascer, o seu pai que ele nunca iria conhecer. História pesada mas dirigida com maestria. Também vale a pena pela atuação de Jolie, provando que sua beleza independe de padrões estéticos ocidentais. Extremamente recomendado.

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Ficha Técnica
Título Original: A Mighty Heart
Tempo de Duração: 100 minutos
Direção: Michael Winterbottom
Roteiro: John Orloff, baseado em livro de Mariane Pearl
Direção de Arte: Christopher Stull


Elenco
Angelina Jolie (Mariane Pearl)
Dan Futterman (Daniel Pearl)
Archie Panjabi (Asra Q. Nomani)
Mohammed Afzal (Shabir)
Daud Khan (Masud)
Telal Saeed (Kaleem Yusuf)
Saira Khan (Nasrin)
Aliya Khan (Kashwa)
Azfar Ali (Azfar)
Ahmed A. Jamal (Khawaja)
Denis O'Hare (John Bussey)
Perrine Moran (Ruth Pearl)
Jeffry Kaplow (Judea Pearl)
Ishaque Ahmed (Arif)
Aly Khan (Omar)
Irfan Khan (Capitão)
Will Patton (Bennett)
Jillian Armenante (Maureen Platt)
Demetri Goritsas (John Skelton)
Zachary Coffin (Matt MacDowell)
Tipu Taheer (Diretor dos Direitos Humanos)
Mushtaq Khan (Motorista de táxi de Daniel)



MANDANDO BALA


Sinopse
Em um beco escuro, o misterioso Smith (Clive Owen) tenta salvar uma mulher que acaba de dar à luz. Smith não consegue salvá-la, que morre em meio ao tiroteio ocorrido, mas consegue resgatar o bebê. Logo ele percebe que o alvo dos matadores é o bebê, e não sua mãe. Smith consegue fugir e busca a ajuda de Donna Quintano (Monica Bellucci), uma prostituta que abortou recentemente e tem leite suficiente para alimentar o bebê. Juntos eles tentam decifrar o porquê dos matadores estarem atrás da criança.

Crítica
Neste filme Clive Owen assina o documento que diz que está fadado a rodar filmes correndo com bebês no colo. Sua atuação foi tão surpreendente em Filhos da Esperança (quem ainda não viu não perca tempo) que agora ele encabeça um novo filme de dinâmica parecida, também defendendo um bebê de balas, atropelamentos, roubos, etc etc etc. O Bebê é digital nas cenas de ação, concebido da mesma forma que o bebê de Filhos da Esperança. Paul Giamatti como vilão não convence, mas isso não é culpa dele e sim do próprio espectador. Estamos acostumados a conviver com seus papéis fracassados, neuróticos, perdedores (vide Sideways e Dama Na Água). Ele trabalha bem neste título criando uma caricatura de vilão, pois não deixa de ser uma comédia de ação, com um clima meio Máquina Mortífera, mas gostaria de voltar a vê-lo nos papéis anteriores.
A sempre exótica Mônica Belucci também tem seu papel bizarro e se sai bem como dona de um puteiro onde o diferencial oferecido aos seus clientes é leite direto da fonte. O destaque vai para a cena de sexo e tiroteio, sexo e tiroteio, não necessariamente nesta ordem. É um excelente filme pra curtir com um baldão de pipoca (depois de colocar as crianças pra dormir). (Mário Pertile)

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Ficha Técnica
Título Original: Shoot' Em Up
Tempo de Duração: 86 minutos
Direção: Michael Davis
Roteiro: Michael Davis
Direção de Arte: Patrick Banister
Figurino: Denise Cronenberg

Elenco
Clive Owen (Smith)
Paul Giamatti (Hertz)
Monica Bellucci (Donna Quintano)
Stephen McHattie (Hammerson)
Daniel Pilon (Senador Rutledge)
Sidney Mende-Gibson (Oliver - bebê)
Lucas Mende-Gibson (Oliver - bebê)
Ramona Pringle (Mãe de Oliver)
Greg Byrk (Homem solitário)



TA DANDO ONDA


Sinopse
Cadu Maverick (Shia LaBeouf) é um jovem pinguim, que tem o lendário surfista Big Z como ídolo. Um dia ele decide deixar sua família e sua cidade, Shiverpool, na Antártida, para participar do Big Z Memorial Surf Off, um torneio de surf realizado na ilha Pen-Gu. Cadu acredita que caso vença o torneio ganhará respeito e admiração, seu grande sonho. Mas lá ele conhece um veterano surfista chamado Grego (Jeff Bridges), com quem aprende que o campeão nem sempre é aquele que chega em 1º lugar nas competições.

Crítica
Apesar de o mercado cinematográfico já estar saturado de animais digitais, as vezes surgem pérolas preciosas como o Tá Dando Onda. Sendo prometido há muito tempo, esta animação de oitenta e cinco minutos encanta de cara pela narrativa diferenciada. O público não está vendo uma animação e sim um documentário sobre pinguins surfistas. Câmeras tremidas como em um documentário garantem o clima de estarmos junto com os personagens na história, que explica as raízes do surf na terra dos pinguins. O personagem principal tem a voz de um novo queridinho que Hollywood (Shia LaBeouf, de Transformers e Paranóia). O mais engraçado é o personagem coadjuvante, um galo surfista totalmente fora da casinha, lisergicamente falando...O destaque final vai para a água digital: é a primeira animação que consegue criar um efeito líquido tão real que parece que estamos surfando junto. Se não tem filhos, é bom arranjar uma boa desculpa para assistir Tá Dando Onda. E pode ser a versão dublada, pois por incrível que pareça, ESTÁ BEM DUBLADA!

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Ficha Técnica
Título Original: Surf's Up
Tempo de Duração: 85 minutos
Direção: Ash Brannon e Chris Buck
Roteiro: Lisa Addario, Christian Darren, Don Rhymer e Joe Syracuse
Direção de Arte: Ron Lukas e Marcelo Vignali

Elenco (Vozes)
Jeff Bridges (Grego)
Élcio Romar (Grego - versão brasileira)
Zooey Deschanel (Lani)
Fernanda Souza (Lani - versão brasileira)
Shia LaBeouf (Cadu Maverick)
Gustavo Pereira (Cadu Maverick - versão brasileira)
Jon Heder (João Frango)
Alexandre Moreno (João Frango - versão brasileira)
Mario Cantone (Mikey Abromovitz)
Sérgio Stern (Mikey Abromovitz - versão brasileira)
Diedrich Bader (Tank Evans)
Ricardo Juarez (Tank Evans - versão brasileira)
James Woods (Reggie Belafonte)
Dana Belben (Edna Maverick)
Kelly Slater (Kelly)
Rob Machado (Rob)
Brian Posehn (Glen Maverick)
Reed Buck (Arnold)
Reese Elowe (Kate)
Jack P. Ranjo (Smudje)
Sal Masekala (Anunciante da SPEN)




JOGOS MORTAIS 4


Sinopse

Após a notícia do assassinato do detetive Kerry, os agentes Strahm (Scott Paterson) e Perez (Athena Karkanis) chegam à delegacia de polícia, que está vazia. Strahm e Perez são oficiais veteranos do FBI, sendo especialistas em traçar perfis psicológicos de criminosos. Eles ajudam o também veterano detetive Hoffman (Costas Mandylor) a examinar o mais recente jogo de Jigsaw (Tobin Bell). Porém quando o comandante Rigg (Lyriq Bent), o último oficial ainda intocado por Jigsaw, é sequestrado, os detetives iniciam uma busca pela cidade à sua procura. Paralelamente Rigg precisa lidar com o jogo criado, tendo apenas 90 minutos para superar as armadilhas para ele criadas.

Crítica
Jogos Mortais é uma franquia complicada. O primeiro título chegou sem fazer nenhum barulho e em pouquíssimas semanas virou fenômeno de culto entre os fans do gênero. Com um orçamento baixíssimo e filmado em poucas semanas, Jogos Mortais inovou na edição e no roteiro, criando uma situação claustrofóbica com eventos paralelos como peças de um quebra-cabeças. É indiscutível a qualidade técnica da narrativa. Além disso, apresentou o primeiro serial killer que não mata suas vítimas, faz com que elas mesmo o faça, como forma de punição por erros cometidos na sua vida. Segundo ele, é a oportunidade de uma segunda chance na vida. Quando foi anunciado uma sequência de Jogos Mortais, junto veio o medo de ser mais do mesmo. Todos ficaram de boca aberta, apesar de a qualidade de apresentação dos fatos não seguir o mesmo padrão do primeiro, o título conseguiu uma meta-inovação: junto com todas as característas anteriores, somou-se o clima de reality show, em voga na ocasião. Todos presos em uma casa, com um sabotador presente. Ao mesmo tempo em que a trama perdou o fogo com esta inovação, trouxe a possibilidade de mais cenas chocantes e mais histórias paralelas. Mas nada surpreendente.

Jogos Mortais 3 erra em tudo, mas principalmente ao tentar explicar lacunas que ninguém lembrava mais, e que vem a tona com justificativas piores que as lacunas. O pior de tudo são as armadilhas, totalmente sem graça e perdendo a essência da franquia: oferecer uma segunda chance. Com o vilão morrendo no final, todos esperavam o desfecho, e vem a parte quatro da desgastada franquia. Jogos Mostais Quatro é a chave de ouro que o título precisava. O filme começa com uma excelente cena de autópsia, com direito a closes nos órgãos internos do vilão e tudo. Mas a ênfase do filme é na história do pseudo assassino. O público se identifica com ele, como aconteceu na parte 2 e a resolução da franquia é o desfecho que a terceira parte estava esperando. Sozinho, não vale muito, mas no conjunto, é o último prego de ouro no caixão de mármore. (Mário Pertile)

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Ficha Técnica
Título Original: Saw 4
Tempo de Duração: 108 minutos
Direção: Darren Lynn Bousman
Roteiro: Patrick Melton e Marcus Dunstan, baseado em estória de Patrick Melton, Thomas H. Fenton e Marcus Dunstan
Direção de Arte: Anthony A. Ianni

Elenco
Tobin Bell (Jigsaw)
Lyriq Bent (Comandante Rigg)
Costas Mandylor (Detetive Hoffman)
Scott Paterson (Agente Strahm)
Angus Macfadyen (Jeff Denlon)
Justin Louis (Art)
Sarain Boylan (Brenda)
Shawnee Smith (Amanda Young)
Betsy Russell (Jill)
Mike Realba (Fisk)
Simon Reynolds (Lamanna)
Athena Karkanis (Agente Perez)
Marty Adams (Ivan)

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Second Papo 19.10.2007

Nesta Edição:
- M. Night Shyamalan
- Resident Evil 3
- Superbad
- Stardust
- Desbravadores
- Tropa de Elite


Apresentação:
Mário Pertile (MarioP Burns)
- crítico do site http://www.cenadecinema.com.br/ e diretor de arte do Estúdio Buteko (http://www.estudiobuteko.com.br/)
João Pedro Fleck (SickBoy Fitzgerald)
- Vice-Presidente do Clube de Cinema de Porto Alegre (http://www.clubedecinema.com/)

Ouça abaixo o programa na íntegra (para carregar é melhor esperar alguns minutos no "pause").

Parte 1/3




Parte 2/3





Parte 3/3




Envie sugestões, críticas e comentários!

Próximo Second Papo de Cinema:
- 02/11/2007
- Na Ilha Brasil Sul

OBS: EM RAZÃO DO FERIADO DE 2 DE NOVEMBRO, O PRÓXIMO SECOND PAPO DE CINEMA SERÁ NO DIA 16/11/2007.

LEVE SEU AVATAR!

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